O Dicionário FEN nasceu da convicção de que entender o “idioma do dinheiro” não é privilégio de poucos — é um passo essencial para construir um país menos desigual.
Nossa história começa em 2025, nos corredores da Avenues, em São Paulo, quando três estudantes passaram a observar com mais atenção um contraste muito presente na realidade brasileira: enquanto termos como inflação, juros, dívida pública, investimento, lucro, PIB e crédito aparecem diariamente em manchetes, redes sociais e decisões de governo, grande parte dos jovens não se sente capaz de compreender nem participar dessas conversas. Dessa percepção nasceu a ideia de criar um dicionário que não fosse apenas um compilado técnico de definições, mas uma ferramenta de combate à desigualdade brasileira, começando pela desigualdade de compreensão.
A partir daí, iniciou-se um processo que envolveu mapear os principais conceitos de finanças, economia e negócios, organizar o conteúdo em eixos temáticos, escrever e reescrever verbetes, testar a linguagem com professores e colegas e estruturar o projeto de forma profissional, com plano de piloto em escolas públicas e visão de expansão futura para outros países da América Latina. Com o apoio de educadores, profissionais do mercado financeiro e instituições interessadas em educação e impacto social, o dicionário foi ganhando forma como um projeto feito por jovens, mas com ambição de longo prazo.

Democratizar a linguagem das finanças, da economia e dos negócios — para que ela deixe de ser um código restrito a poucos e se torne parte do vocabulário de qualquer jovem.
Queremos que estudantes — especialmente de escolas públicas — tenham acesso a um material claro, sério e próximo da sua realidade, que os ajude a interpretar notícias, tomar decisões melhores com o próprio dinheiro, entender a economia e enxergar caminhos no mundo dos negócios. Mais do que explicar termos, buscamos reduzir desigualdades de compreensão e contribuir para uma geração que participe, de forma ativa e confiante, da vida econômica e social do país.
Explicar finanças, economia e negócios em português claro — sério, mas próximo da realidade de quem lê.
Reduzir a desigualdade brasileira começando pela desigualdade de compreensão, com foco em escolas públicas.
Formar uma geração que participe da vida econômica de forma ativa, informada e confiante.